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	<title>Exportação &#8211; Ana Cavadas Comex</title>
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	<title>Exportação &#8211; Ana Cavadas Comex</title>
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		<title>Frete CIF ou frete FOB? Conheça as diferenças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Cavadas Comex]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2019 13:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
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					<description><![CDATA[CIF e FOB são Incoterms, que se tratam de um conjunto de regras elaborado pela... [+]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>CIF e FOB são Incoterms, que se tratam de um conjunto de regras elaborado pela Câmara de Comércio internacional. Atualmente, existem 11 tipos de Incoterms e eles determinam, basicamente, quais são as responsabilidades do comprador e vendedor em uma operação no comércio internacional no que diz respeito a pagamentos de frete e atribuição de riscos sobre possíveis danos ou perdas de mercadorias.</p>
<p><strong>CIF e FOB: semelhanças</strong></p>
<p><a href="http://accamposcomex.com/blog/incoterm-cif-seguro-e-de-responsabilidade-do-exportador/" target="_blank" rel="noopener">CIF</a> (cost, insurance and freight ou custo seguro e frete) e <a href="http://accamposcomex.com/blog/recomendacoes-para-o-incoterm-fob/" target="_blank" rel="noopener">FOB</a> (free on board ou livre a bordo do navio) são utilizados para modais logísticos marítimos e hidroviários, ou seja, no transporte feito por navios no mar ou nos rios. Mas as semelhanças terminam por aí, já que os Incoterms das categorias C e F possuem diferenças quanto aos pagamentos de frete, seguro e responsabilidades por danos, avarias ou quaisquer outros problemas registrados durante o transporte.</p>
<p><strong>CIF e FOB: diferenças</strong></p>
<p>No frete contratado pelo Incoterm FOB o exportador entrega a carga a bordo já com todos os desembaraços aduaneiros concluídos. Todas as despesas relacionadas ao país de origem da mercadoria ficam a cargo do exportador. Assim, os custos com frete, seguro e todos os procedimentos de desembaraço e armazenagem no porto de destino são de responsabilidade do importador.</p>
<p>Já no Incoterm CIF, o exportador, além de cuidar do desembaraço em seu país, ainda arca com todos os custos do frete e do seguro. Portanto, no CIF o exportador é responsável por mais etapas do processo de exportação.</p>
<p>Outra diferença importante é quanto ao rastreamento da mercadoria. No frete CIF o rastreio é controlado pelo vendedor, ao passo que no FOB é o comprador que faz esse monitoramento. Logicamente, o vendedor no caso do CIF pode informar ao seu cliente o status do transporte da mercadoria, mas quando a contratação do frete é direta, o controle do importador acaba, naturalmente, se tornando maior.</p>
<p><strong>Frete CIF ou FOB?</strong></p>
<p>Diante destas informações mencionadas sobre os dois tipos de Incoterms qual deles é o ideal? A escolha vai depender, principalmente, da experiência que o importador possui no comércio internacional. A falta de conhecimento, tanto dos procedimentos quanto de fornecedores, pode ser um obstáculo aos marinheiros de primeira viagem, por isso o CIF pode se tornar uma boa forma de iniciar no comércio internacional, já que o exportador cuida dos trâmites do porto de origem, do transporte principal e do seguro.</p>
<p>O FOB é atualmente o Incoterm mais utilizado nas operações de comércio exterior. Importadores que têm relacionamento com empresas de transporte e seguradoras podem negociar melhores condições e preços, o que pode reduzir de forma significativa os custos com a importação. Para empresas que operam com grandes volumes, essas vantagens podem ser ainda maiores. Por diluir as responsabilidades entre vendedor e comprador é que o FOB acaba se tornando uma das grandes opções de Incoterm para regulamentar a negociação.</p>
<p>Quer importar e não sabe por onde começar? Entre em contato com o time da AC Campos e confira as melhores soluções em comércio exterior para o seu negócio.</p>
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		<title>Cinco mitos do comércio internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Cavadas Comex]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 17:57:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Comex]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Cavadas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar algum desses? Nós vamos desmitificar agora! Alguns mitos relacionados ao comércio... [+]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar algum desses? Nós vamos desmitificar agora!</p>
<p>Alguns mitos relacionados ao comércio internacional podem desencorajar empresas que estejam planejando entrar no mercado de importação e exportação, mas acreditar logo de cara nestas informações, sem o devido aprofundamento, pode fazer o empreendedor perder boas chances de negócios. O comércio exterior pode trazer oportunidades para empresas grandes e pequenas dos mais variados setores, desde que o planejamento e as avaliações de custos e riscos sejam feitas da forma correta.</p>
<p>Confira alguns mitos comuns sobre o comércio internacional e tenha um novo olhar sobre os negócios da sua empresa.</p>
<h2>1. Comércio internacional é só para os grandes</h2>
<p>Micro, pequenas e médias empresas podem importar e exportar. Para fazer operações no exterior é necessário fazer os registros exigidos no <a href="http://accamposcomex.com/blog/requisitos-para-se-habilitar-no-radar/" target="_blank" rel="noopener">Radar</a> e no Siscomex. Se a empresa não tiver recursos ou equipe para atuar nesse setor, pode terceirizar todo o processo com uma assessoria especializada em comércio exterior que pode fazer o <a href="http://accamposcomex.com/blog/como-determinar-os-fornecedores-no-exterior-para-importacao/" target="_blank" rel="noopener">networking com fornecedores</a>, a parte logística e cuidar de toda a documentação para seu cliente, sem preocupações e dores de cabeça.</p>
<h2>2. Não compensa importar</h2>
<p>Basta olhar uma etiqueta de qualquer produto para ter uma ideia da variedade de artigos importados comercializados no Brasil. Se os outros importam, por que sua empresa não pode? Seja uma operação B2B ou B2C o custo da importação pode ser bem atraente, mesmo não embarcando um contêiner cheio. Afinal, há muitas tradings que podem reunir lotes de vários fornecedores e fazer um só processo de importação, reduzindo os custos. Assim, a quantidade mínima para importar pode ser do tamanho do seu negócio.</p>
<h2>3. Eu não preciso do comércio internacional</h2>
<p>Importar ou exportar pode trazer segurança e flexibilidade para o negócio. Imagine que sua empresa vende um produto sazonal, que tenha muito apelo no verão? O período de vendas é prolongado aproveitando o verão de outros países. Além disso, se o mercado brasileiro apresentar queda no consumo, a venda para o exterior pode ser um porto seguro até a situação melhorar.</p>
<p>O comércio internacional é mais um mercado para que você possa vender, expandir seus negócios e até mesmo aprimorar seu produto. Esteja sempre atento às oportunidades de esse mercado pode proporcionar!</p>
<h2>4. Vender para o exterior é complicado</h2>
<p>Antes de vender para o exterior, o primeiro passo é a empresa ser consolidada no Brasil e ter seus produtos ou serviços com presença forte no mercado interno. As exigências do mercado externo, de fato, podem assustar as indústrias iniciantes, que precisam cumprir procedimentos fitossanitários, qualidade, procedência, etc. Uma vez cumpridas estas etapas, a empresa estará na rota para exportar.</p>
<p>Mas o ambiente é favorável. O Brasil possui órgãos que fomentam o comércio internacional, como a APEX. A agência promove o acesso das empresas ao capital necessário para exportar. Também há programas do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços que auxiliam na qualificação dos empresários, acesso a rodadas de negócios, missões empresariais, entre outros.</p>
<p>Além disso, uma assessoria bem preparada pode te oferecer soluções completas para que todo seu processo seja simplificado e todas as burocracias, que você não conhece ou não tem expertise, sejam resolvidas.</p>
<h2>5. Importar reduz empregos do Brasil</h2>
<p>Hoje o mercado é global e as mercadorias estão circulando rapidamente entre os cinco continentes. A exploração de novos mercados é uma grande oportunidade para aumentar o volume de negócios, crescer economicamente e gerar postos de trabalho e renda.</p>
<p>Esses mitos podem estar impedindo milhares de empresas de prospectar novas oportunidades e crescer. Quer receber mais detalhes sobre o funcionamento dos mercados no exterior? Entre em contato com a Ana Cavadas Comex e receba todas as informações.</p>
<p>Você não precisa se limitar a esses mitos, vamos juntos conquistar o mundo afora!</p>
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		<title>Hedge cambial: proteção no comércio exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Cavadas Comex]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 10:07:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
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					<description><![CDATA[Hedge cambial é um mecanismo de proteção ao investidor em operações com moeda estrangeira. A... [+]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hedge cambial é um mecanismo de proteção ao investidor em operações com moeda estrangeira. A palavra hedge em inglês tem alguns significados, como cobrir, resguardar, cercar. Por isso, diante das incertezas do comportamento de uma moeda estrangeira em uma operação de longo prazo, ter essa cobertura pode evitar surpresas desagradáveis e evitar prejuízos ao fazer um investimento.</p>
<p>O objetivo do hedge é reduzir ao máximo a perda de dinheiro em operações de importação e exportação, investimentos em projetos no exterior, negociações na bolsa de valores e em outros tipos de movimentação que sofram influência, principalmente do dólar.</p>
<h2>Como funciona o hedge cambial?</h2>
<p>Para fazer uma operação a médio ou longo prazo, o principal desafio é prever como estará a cotação do dólar daqui seis meses, um ano ou mais. Por isso, essas negociações já citadas, como compra e venda de produtos no exterior, investimentos e operações em bolsa são feitas com base no mercado futuro. Como o próprio nome já revela, o mercado futuro faz uma estimativa de como estará a cotação da moeda nos próximos meses. Esse valor estimado é que servirá de referência para toda a negociação.</p>
<p>Imagine que uma indústria tenha uma encomenda para fabricar um bem e vendê-lo daqui alguns meses. Como prever qual será o lucro desta venda? Se na época do contrato o dólar estiver cotado a R$ 3,50 e no momento da venda siga o mesmo valor a receita atenderá a expectativa. Porém, se a moeda sofre desvalorização e seu valor chega a R$ 3,00 a receita será bem menor e, consequentemente, o lucro.</p>
<p>Neste exemplo acima, a indústria pode procurar um investidor no mercado financeiro que concorde em pagar até R$ 3,40 pela moeda nos próximos meses. Assim, o preço de venda do bem fica garantido e o fabricante não corre o risco de ficar no prejuízo.</p>
<h2>Regras do hedge cambial</h2>
<p>O hedge cambial não é utilizado apenas por empresas em busca de proteção aos seus investimentos, mas também são firmados contratos com outros objetivos, que podem ser especulativos, por exemplo. Por isso, é importante observar os pontos da Instrução Normativa 1585/2015, que define uma série de regras para o hedge cambial, bem como a sua tributação, que pode variar dependendo do tipo de contrato.</p>
<p>É importante ter o controle de todas as informações, registros e documentos para demonstrar que a aplicação tem a finalidade de proteção de risco e também que suas operações tenham vínculo com a atividade da empresa. Manter toda essa organização é fundamental para responder a qualquer questionamento de uma possível fiscalização, ter o enquadramento tributário correspondente à proteção e não se responsabilizar por obrigações além do objetivo do contrato.</p>
<p>Portanto, tomando as devidas cautelas, o hedge cambial pode ser uma operação muito vantajosa para o comércio exterior e outras atividades que sofrem interferências diretas das oscilações de moedas estrangeiras.</p>
<p>Entre em contato com a Ana Cavadas Comex para mais informações!</p>
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		<title>O que é armador e seu papel no comércio exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Cavadas Comex]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2018 10:17:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
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					<description><![CDATA[O transporte marítimo movimenta diversos tipos de mercadorias entre os portos. Os armadores são os... [+]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O transporte marítimo movimenta diversos tipos de mercadorias entre os portos. Os armadores são os profissionais ou empresas responsáveis por fazer este trabalho, equipando e mantendo os cargueiros. Mas quando o assunto é transporte marítimo podem surgir dúvidas sobre as diferenças entre o armador, a agência marítima e o NVOCC. Confira quais são as características de cada tipo de transporte marítimo no comércio internacional.</p>
<h2>Armador</h2>
<p>É a empresa ou mesmo uma pessoa física encarregada de realizar o transporte marítimo, seja local ou internacional. O armador executa toda a operação e transporte de cargas de um porto a outro, opera os navios e rotas já existentes no comércio internacional.</p>
<p>O armador pode ser proprietário dos navios ou então possuir a concessão para utilizar navios e contêineres de terceiros. O país de registro das atividades do armador também não é necessariamente o mesmo do navio. Por questões tributárias, muitos armadores operam com navios de outros países, que oferecem mais vantagens fiscais. A maioria dos armadores que operam no Brasil possuem navios ou são concessionários de embarcações com bandeiras estrangeiras.</p>
<p>Há diversos tipos de navios, como os graneleiros (transporte de produtos a granel, como grãos), petroleiros, navios de carga, porta-contêineres, entre outros. Os maiores armadores do mundo hoje são a dinamarquesa Maersk Line, a italiana MSC, a francesa CMA CGM e a alemã Hamburg-SUD.</p>
<h2>Agência Marítima</h2>
<p>A agência marítima é a empresa que faz a intermediação entre o cliente (importador/exportador) e o armador. A agência é como se fosse um representante em um país e geralmente pode ser uma filial do próprio armador ou uma empresa prestadora de serviços.</p>
<p>Essas agências cumprem diversas funções dentro do comércio internacional. Elas são responsáveis pelo ingresso da carga ao interior do navio, controle de operações de carga e descarga, além de cuidar de toda a parte burocrática e financeira, como receber o valor do transporte, atuar na prestação de informações aos órgãos de controle e fiscalização.</p>
<h2>NVOCC</h2>
<p>NVOCC é uma sigla que significa Non-Vessel Operating Common Carrier, ou seja, o transportador comum não proprietário de navio. É um armador que não possui nenhum navio, mas que faz o transporte marítimo nas embarcações de armadores. Desta maneira, o transportador tem o controle de uma parte do navio, sem assumir responsabilidade pela administração dele.</p>
<p>O foco destes transportadores são as mercadorias em pouca quantidade e em lotes pequenos. Para os armadores é mais vantajoso trabalhar com grandes volumes de mercadorias, com as cargas que preenchem todo um container. Para despachar ou receber quantidades fracionadas o NVOCC acaba sendo uma opção melhor para os clientes. Assim, varias cargas fracionadas são reunidas por vários embarcadores, que fecham um lote para fazer o transporte.</p>
<p>Há empresas NVOCC que transportam qualquer quantidade de mercadorias e garantem seu embarque, por isso acabam atraindo clientes que trabalham com volumes pequenos. No caso do armador, ele tem que esperar a chegada de mercadorias com origem em diversos clientes para fechar um container e assim prosseguir com o transporte.</p>
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